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É o fim do monopólio do ChatGPT? Novas concorrentes chegam para balançar mercado

Por Isabela Santana
Atualizado há 3 anos
Tempo de leitura: 2 mins
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O bilionário Elon Musk, CEO da Tesla, do Twitter, da SpaceX e, agora, da xAI. (Foto: Steve Jurvetson, via Wikimedia Commons)

Tivemos uma semana bem agitada no mundo das inteligências artificiais (IA), conhecidas pelo nome de seu maior expoente, o ChatGPT. Na quarta-feira (12/07), o CEO do Twitter e da Tesla, Elon Musk, lançou sua própria empresa para concorrer com o ChatGPT. Já na quinta-feira (13/07), foi a vez do Google lançar oficialmente no Brasil o Bard, sua versão de IA que responde perguntas.

De acordo com dados do Google Trends, as pesquisas por ‘inteligência artificial’ dobraram no Brasil nos últimos 12 meses. No mundo, elas mais que triplicaram. Segundo projeção da Precedence Research, é estimado que o mercado de inteligência artificial, responsável por movimentar 87 bilhões de dólares em 2021, chegue a 227 bilhões em 2024, e a 1,6 trilhão em 2030.

E é claro, todos querem um pedaço do mercado que a OpenAI, empresa dona do ChatGPT, conquistou nos últimos meses. A plataforma inaugurada no final de 2022 fez história ao atingir 100 milhões de usuários ativos em apenas 2 meses, e seu aplicativo, lançado recentemente, bateu a marca de 500 mil downloads em seis dias.

Desde que o ChatGPT estourou, várias big techs estão investindo fortunas em inteligência artificial. A Microsoft, por exemplo, é uma grande financiadora do ChatGPT, e se tornou a provedora exclusiva dos serviços de computação em nuvem para a OpenAI depois de investir US$ 1 bilhão na empresa em 2019. Já o Bard — IA do Google — foi lançado em fevereiro e ainda é uma ferramenta em fase experimental, agora disponível em 40 idiomas, incluindo o português.

Enquanto isso, a xAI, sexta empresa sob controle de Elon Musk, afirma em seu site que tem o objetivo de “entender a realidade e a natureza do universo”. Ao dar mais detalhes, Musk disse que o caminho mais seguro é construir uma inteligência artificial que seja “curiosa ao máximo” e “curiosa pela verdade”, e tentar minimizar o erro entre o que se acha que é verdade e a verdade em si.

O CEO da SpaceX também confirmou que sua nova empresa está sendo construída como uma competidora direta da OpenAI. Porém, segundo o bilionário, há um valor positivo em se ter competição nesse mercado, completando que a concorrência faz com que empresas sejam honestas.

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