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Filipe Toledo é o 1º brasileiro a ser campeão mundial de surfe duas vezes consecutivas

Brasileiro reinou absoluto na decisão diante do australiano Ethan Ewing, na Califórnia, e manteve o título obtido no ano passado.
Com a vitória, Filipe Toledo mantém domínio do Brasil no surfe, que chega a sete títulos desde 2014. (Thiago Diz / World Surf League)

De maneira inédita para um brasileiro, Filipe Toledo faturou o bicampeonato consecutivo da Liga Mundial de Surfe (WSL). Paulista de Ubatuba, o surfista de 28 anos venceu a etapa final do circuito disputada neste sábado (9), em Lower Trestles, Califórnia (EUA). Na decisão, ele superou o australiano Ethan Ewing duas vezes, em uma melhor de três baterias.

Com essa conquista, Toledo levou o Brasil a vencer nada menos que sete das oito edições anteriores, incluindo os últimos cinco títulos. É a famosa “Brazillian Storm” (tempestade brasileira), como cunham os gringos. Medina segue como surfista do país com mais títulos mundiais, com três troféus. Além dele e de Filipe, Adriano de Souza (Mineirinho) e Ítalo Ferreira também foram campeões.

O WSL Finals reuniu os cinco melhores surfistas da temporada. O outro brasileiro na disputa, o carioca João Chianca, o Chumbinho, foi eliminado na segunda rodada pelo próprio finalista Ewing. Como chegou à Lower Trestles na liderança, Toledo não precisou disputar as baterias preliminares e foi direto para a final.

No feminino, o título do WSL Finals ficou com a norte-americana Caroline Marks, da Flórida, que chegou como terceira colocada e foi campeã com 2 a 0 na decisão diante da havaiana Carissa Moore, campeã olímpica em Tóquio 2020 e dona de cinco títulos.

Olimpíada

Em 2024, além de buscar o tricampeonato, Filipe Toledo será um dos representantes do Brasil na Olimpíadas de Paris. Apesar de o evento ser na França, a modalidade do surfe será disputada em Teahupo’o, no Taiti. Além dele, João Chianca também está classificado entre os homens. 

Há possibilidade de uma terceira vaga se o Brasil for campeão por equipes no Campeonato Mundial da Associação Internacional de Surfe (ISA, em inglês), no fim de fevereiro. Nesse caso, a vaga iria para Gabriel Medina, terceiro melhor brasileiro na temporada da WSL.

Entre as mulheres, a brasileira Tatiana Weston-Webb já tem lugar assegurado nos jogos. Assim como no masculino, o Brasil pode ganhar uma segunda vaga na disputa feminina se for campeão por equipes no Mundial da ISA, que será destinada a melhor surfista do país que ainda não estiver classificada.

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