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Débora Falabella revela que é perseguida por fã há dez anos: ‘Fico com medo’

Por Clara Sobreira
Atualizado há 2 anos
Tempo de leitura: 3 mins
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Foto: Reprodução/ Redes sociais

A atriz da Globo, Débora Falabella, revelou que convive há mais de 10 anos com uma história de perseguição. Tudo começou em 2013, no Rio de Janeiro, quando uma fã entrou no mesmo elevador que a artista e pediu uma foto. E, desde então, ela é perseguida pela mulher.

Segundo a defesa da artista, o momento de maior pânico aconteceu em 2022, quando a stalker apareceu na porta de seu condomínio na capital paulista, carregando malas de viagem. O episódio aconteceu em julho do mesmo ano e motivou a apresentação de uma representação contra a mulher, pelo crime de perseguição, ou stalking. A pena vai de 6 meses a 2 anos.

“Fico com medo, porque nunca se conhece o outro, nunca se sabe o que vai vir. Atinge muita gente, meu núcleo familiar, É chato por tudo, porque também quero que ela fique bem”, disse a atriz ao jornal O Globo.

Durante alguns minutos, ela permaneceu observando o apartamento da atriz, até que se dirigiu à portaria e pediu para entrar, mas não foi recebida. No mesmo dia, no início da noite, a mulher voltou ao endereço e chegou a encontrar uma funcionária de Débora passeando com um cachorro, momento em que disse ter “encontros telepáticos” com a atriz, além de gritar seu nome.

A artista iniciou o relato citando uma série da Netflix que trata do assunto: “É algo de que evito falar. Porque tem a minha história e a história dela que, com certeza, tem problemas. Estão cuidando para que seja da melhor forma possível, tanto para mim quanto para ela. A gente viu Bebê Rena… Mas nunca tive contato, não a conheço. É essa relação de fã. É ruim”, disse.

Início deste ano

Em março de 2024, a mulher de 40 anos foi presa pela Polícia Civil de Pernambuco por descumprir a medida protetiva. A prisão ocorreu numa clínica psiquiátrica em Camaragibe, no Grande Recife, e a suspeita foi levada à Colônia Penal Feminina do Recife, no bairro da Iputinga, na Zona Oeste da capital.

A suspeita solicitou a revogação da prisão e alegou transtornos mentais (esquizofrenia e bipolaridade), mas a Justiça negou o pedido e reiterou a necessidade de realização de um exame psiquiátrico.

No final do mês, a mulher foi submetida a uma perícia psiquiátrica, sendo diagnosticada com esquizofrenia.

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