A segunda turma de policiais militares empossados pelo Governo do Ceará deu início nesta semana à operação de reforço do policiamento ostensivo de segurança em Fortaleza e na Região Metropolitana. O contingente de 423 novos soldados foi convocado em solenidade realizada nesta sexta-feira (28), que contou com a presença do governador Elmano de Freitas (PT) e do secretário de Segurança Pública e Defesa Social, Roberto Sá.
Para o chefe do Executivo cearense, o incremento na força policial do Estado demonstra os resultados positivos dos investimentos realizados na área de segurança pública.
“Esses policiais se somam aos mais de 400 da semana passada e eu tenho certeza que isso será muito importante para a população perceber, cada vez mais, a presença do Estado, por meio da polícia nas ruas, garantindo à sociedade paz e tranquilidade”, comentou Elmano.
As novas turmas de policiais militares chegam ao Ceará em meio a uma crise na segurança em diversas regiões. Além da Capital, os novos oficiais também atuarão em Caucaia e Maracanaú. Para o secretário Roberto Sá, a prioridade da gestão municipal é garantir tranquilidade à população cearense.
“Temos tomado decisões muito firmes para mostrar que o Estado sempre será mais forte. E nós iremos vencer essa batalha. No entanto, sabemos que a cada dia, ela vai exigir de nós, uma força ainda maior”, disse o secretário.
Além dos dois novos contingentes empossados pelo Governo do Estado, que juntos somam mais de 800 agentes, outras ações de segurança têm sido realizadas nas últimas semanas. Em destaque, está a criação do Comitê Estratégico de Segurança Integrada do Ceará, com anúncio de cinco medidas imediatas enviadas à Assembleia Legislativa do Ceará (Alece).
Entre os novos anúncios, estão a extensão da gratificação por apreensão de armas de fogo, acessórios e munições para policiais penais e a ampliação das horas extras para os profissionais de segurança de 84 horas mensais para 96 horas por policial. “Isso é muito importante que os comandantes tenham mais policiais nas ruas e mais proteção à sociedade”, defendeu Elmano.




