Na última semana da Campanha Agosto Dourado, a Prefeitura de Fortaleza busca nesta reta final reforçar a importância da doação voluntária de leite materno. O período de agosto procura conscientizar e incentivar a amamentação exclusiva até os seis meses de vida dos bebês.
De acordo com o Ministério da Saúde (MS), um mililitro de leite a cada refeição já é suficiente para nutrir um recém-nascido.
A assessora técnica da saúde da criança, Nivea Nobrega, explica a importância do aleitamento materno, alimento essencial para a nutrição e o desenvolvimento infantil.
“O leite é rico em nutrientes necessários e anticorpos que fortalecem o sistema imunológico, dando ao bebê uma defesa natural, diminuindo riscos de doenças”, explica.
Durante todo o mês, os postos de saúde além de arrecadarem leite materno, buscaram propagar, entre gestantes e puérperas, a boa prática da amamentação por meio de palestras, roda de conversas e ações de educação em saúde.
Sala de Apoio à Mulher que Amamenta/Posto de Coleta de Leite Humano (SAMA/PCLH)
Segundo a Prefeitura de Fortaleza, a cidade conta com 26 Salas de Apoio à Mulher que Amamenta/Posto de Coleta de Leite Humano (SAMA/PCLH), espalhadas em 21 postos de saúde e 5 em maternidades municipais.
Os espaços são exclusivos para apoio materno ao ato de amamentar e incentivo a doação de leite. No local, é possível receber acolhimento e orientações sobre a ordenha, a melhor forma de amamentar, os benefícios do aleitamento materno e coleta de leite para doação.
Fortaleza foi a primeira capital a implantar esta categoria de apoio às mulheres gestantes, puérperas e lactantes.
Benefícios da amamentação
A amamentação infantil auxilia na prevenção de diabetes e colesterol alto na vida adulta. Os benefícios não ficam só para o bebe, a saúde da mãe é afetada também, o processo de recuperação pós-parto é facilitado e doenças são prevenidas.
Agosto Dourado
A campanha Agosto Dourado celebra o mês do Aleitamento Materno no Brasil e foi instituída pela Lei nº 13.345, de 12 de abril de 2017, e recebe esse nome devido ao padrão ouro de qualidade do leite materno, designado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).




