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Ceará

Empresário enfrenta segundo processo por importunação sexual em elevador na capital cearense

Por Rodolfo Oliveira
Atualizado há 2 anos
Tempo de leitura: 2 mins
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A denúncia contra Israel Leal foi reativada em 18 de março de 2024, após as vítimas assistirem a um vídeo nas redes sociais. Crédito: Reprodução

O empresário Israel Leal Bandeira Neto, já envolvido em um processo na Justiça Estadual por importunação sexual contra uma nutricionista em Fortaleza, agora se vê frente a um novo processo criminal. A nova acusação, também por importunação sexual, envolve suposto episódio ocorrido com mãe e filha, novamente em um elevador.

A 10ª Vara Criminal de Fortaleza aceitou a denúncia do Ministério Público do Ceará (MPCE) no último dia 16 de agosto, tornando Leal réu por dois casos de importunação sexual.

O advogado Bruno Queiroz Oliveira, que defende Israel Leal, informou que ainda não teve acesso completo à denúncia. Segundo Oliveira, a única testemunha que analisou o vídeo do incidente, a síndica do prédio onde o fato ocorreu, declarou em depoimento que não observou qualquer comportamento inadequado por parte do acusado.

Nova denúncia

De acordo com o MPCE, o caso envolvendo mãe e filha ocorreu em 18 de dezembro de 2022, em um prédio localizado na Rua Barão de Aracati. Naquela noite, as vítimas estavam no elevador com Israel Leal e sua esposa. Após o elevador parar na recepção, os quatro ocupantes saíram, mas Leal teria seguido as vítimas e, novamente, apalpado as nádegas da mãe. O comportamento inapropriado se repetiu quando as vítimas estavam entrando em um carro de aplicativo, ocasião em que a mãe teria dito: “esse homem só pode estar louco”.

Ao chegarem em casa, a filha revelou à mãe que também havia sido alvo de apalpadas por Leal. Na época, as mulheres decidiram não registrar o ocorrido na polícia, acreditando que não haveria desdobramentos.

A denúncia contra Israel Leal foi reativada em 18 de março de 2024, após as vítimas assistirem a um vídeo nas redes sociais mostrando o empresário cometendo um ato semelhante contra a nutricionista Larissa Duarte Aguiar, ocorrido em um prédio comercial no bairro Aldeota em 15 de fevereiro deste ano.

A denúncia do MPCE, protocolada em 9 de agosto, afirma que há “indícios suficientes de materialidade e autoria delitiva” no caso, baseados especialmente nos depoimentos das vítimas e testemunhas. A defesa de Leal garante que ele “provará sua inocência” no decorrer do processo.

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