As novas regras do Pix começam a valer para todos os usuários a partir desta sexta-feira (1º). As mudanças do Banco Central (BC) envolvem novos mecanismos de segurança que afetarão a maneira como todos usam o pagamento instantâneo.
Medidas como novos limites de segurança para o Pix – entre elas limitar a R$200 o valor das transferências realizadas por um novo dispositivo e R$ 1.000 diários para celulares e computadores não cadastrados nos bancos -, estão entre as novidades.
Veja o que mudou e como se preparar
1 – Passa a ser obrigatório cadastrar aparelhos para realizar movimentações maiores. A medida vale para celulares ou computadores que ainda sejam desconhecidos pelo sistema bancário. Portanto, nada muda para os dispositivos que já foram utilizados para as transferências via Pix.
O Banco Central avalia que novos limites ajudam a evitar fraudes e golpes. As exigências foram discutidas com especialistas do mercado financeiro e buscam tornar o Pix um meio de pagamento cada vez mais seguro para a população.
2 – Além das novidades para o usuário, as instituições financeiras também terão de melhorar as tecnologias de segurança. Elas deverão adotar soluções de gerenciamento de fraude capazes de identificar transações Pix atípicas ou incompatíveis com o perfil do cliente, com base nas informações de segurança armazenadas no Banco Central.
3 – O BC também anunciou que o Pix Automático será lançado em 16 de junho de 2025. A modalidade facilitará as cobranças recorrentes de empresas, como concessionárias de serviço público (água, luz, telefone e gás), empresas do setor financeiro, escolas, faculdades, academias, condomínios, planos de saúde, serviços de streaming e clubes por assinatura.




