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‘Virei pauta política’, diz Oruam sobre PL que veta músicas sobre crimes em eventos públicos

Por UrbNews
Atualizado há 1 ano
Tempo de leitura: 2 mins
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Em 2022, Oruam foi criticado por usar, em um show do Lollapalooza, uma camisa que clamava a liberdade do pai, preso há quase 30 anos por tráfico de drogas e homicídio. Foto: Reprodução/Instagram @oruam

O músico Oruam, um dos principais nomes do trap nacional, comentou a proposta conhecida como “lei anti-Oruam”, que proíbe músicas que fazem apologia ao crime e às drogas.

“Eles sempre tentaram criminalizar o funk o rap e o trap coincidentemente o universo fez um filho de traficante fazer sucesso, eles encontraram a oportunidade perfeita para isso, virei pauta política”, publicou em sua conta do X (ex-Twitter). “Mas o que vocês não entendem é que a lei anti-Oruam não ataca só o Oruam mas todos os artistas da cena.”

Oruam é filho de Marcinho VP, preso há quase 30 anos por tráfico de drogas e homicídio. Em 2022, foi criticado por usar, em um show do Lollapalooza, uma camisa que clamava a liberdade do pai.

A proposta da “lei anti-Oruam” não cita diretamente o nome do artista, mas Amanda Vettorazzo (União Brasil), que o protocolou na Câmara Municipal de São Paulo, usou seu nome e figura na internet para convencer outros parlamentares a aderirem à proposta.

O documento propõe o veto à “execução de músicas e videoclipes com letras e coreografias que façam apologia do crime, ao uso de drogas, ou expressem conteúdos verbais e não verbais de cunho sexual e erótico, nas unidades escolares da rede de ensino do Estado de São Paulo.”

Propostas como esta foram protocoladas em 12 capitais do Brasil, além do Congresso Nacional, por Kim Kataguiri (União) e do Senado, com Cleitinho (Republicanos-MG).

Oruam acumula mais de 10 milhões de ouvintes mensais no streaming Spotify. Suas letras falam do seu dia-a-dia, um cotidiano permeado por atividades ilícitas e uso de drogas.

Com informações da Folhapress.

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