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Procuradora-geral dos EUA solicita pena de morte para Luigi Mangione, acusado de assassinar CEO

Por Iôrran Freire
Atualizado há 1 ano
Tempo de leitura: 2 mins
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Luigi Mangione foi preso em dezembro de 2024, após uma busca de cinco dias das autoridades, enquanto estava em uma lanchonete na Pensilvânia. Foto: Reuters/Folhapress

A procuradora-geral dos Estados Unidos, Pamela Bondi, anunciou nesta terça-feira (1º) que instruiu os promotores responsáveis pelo caso de Luigi Mangione, acusado de assassinar o CEO do grupo UnitedHealth, Brian Thompson, a pedir a pena de morte para o réu. A decisão foi comunicada oficialmente pelo Departamento de Justiça dos EUA.

Bondi, que foi uma das advogadas de Donald Trump durante o processo de impeachment do presidente em 2019, tem adotado uma postura rigorosa em relação ao combate aos crimes violentos. Ela descreveu o crime de Mangione como um assassinato premeditado e a sangue frio que “chocou a América”. 

“O assassinato de Brian Thompson, um homem inocente e pai de duas crianças pequenas, foi um ato brutal e cruel. Após cuidadosa consideração, orientei os promotores federais a buscar a pena de morte neste caso, enquanto implementamos a agenda do presidente Trump para combater crimes violentos e tornar a América mais segura novamente”, afirmou a procuradora em comunicado.

Entenda o caso

Luigi Mangione foi preso em dezembro de 2024, após uma busca de cinco dias das autoridades, enquanto estava em uma lanchonete na Pensilvânia. O jovem se declara inocente das acusações de assassinato e terrorismo, e atualmente está detido em uma penitenciária federal no Brooklyn.

No dia 21 de janeiro de 2025, Mangione compareceu a uma audiência judicial em Nova York, onde sua advogada, Karen Agnifilo, solicitou a anulação das evidências coletadas durante sua prisão. 

Ela alegou que o acusado foi revistado ilegalmente no momento de sua detenção e que o procedimento foi cheio de “sérios problemas”. A audiência foi curta e se concentrou no andamento das investigações e na entrega de evidências à defesa do réu.

Durante o processo, Mangione foi fotografado no tribunal com as mãos e os pés algemados. Do lado de fora do tribunal, um grupo de pessoas se reuniu para demonstrar apoio a ele, levantando questões sobre a sua prisão e tratamento.

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