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Política

Em cenário sem Bolsonaro, Michelle e Tarcísio são apontados como substitutos na direita

Por Pedro Breno Araujo
Atualizado há 1 ano
Tempo de leitura: 2 mins
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Em um cenário eleitoral de 2026 sem a presença do ex-presidente Jair Bolsonaro, inelegível até 2030, dois nomes se destacaram como preferidos para concorrer como oposição nas eleições presidenciais, a ex-primeira dama, Michelle Bolsonaro e o atual governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas (Republicanos). Fotos: Carolina Antunes/PR e Marco Galvão/Alesp

Em um cenário eleitoral de 2026 sem a presença do ex-presidente Jair Bolsonaro, inelegível até 2030, dois nomes se destacaram como preferidos para concorrer como oposição nas eleições presidenciais, a ex-primeira dama, Michelle Bolsonaro e o atual governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas (Republicanos).

A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira, 3, revelou que quando considerado o eleitorado geral, 15% dos eleitores citam que Tarcísio deveria ser o candidato da direita. O nome de Michelle é mencionado por 14% dos ouvidos na pesquisa. Como a margem de erro do levantamento é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, os dois estão tecnicamente empatados, seguidos por Pablo Marçal (PRTB), citado por 11% dos brasileiros.

Entre outros nomes mencionados na pesquisa, destaca-se o desempenho abaixo do filho de Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, lembrado por 4% dos entrevistados, ficando atrás do governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), com 9% e empatado com os governadores de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) e de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil). Eduardo é apontado como principal nome pelas figuras mais próximas a Jair Bolsonaro.

A pesquisa também mostrou que os eleitores que votaram em Lula no último pleito, colocam Tarcísio como melhor nome da direita com 10%, mesmo índice do governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), e um ponto a mais do que Pablo Marçal, apontado por 9%.

Em fala pública recente, Bolsonaro afirmou que é “a primeira, segunda e terceira opção” para a disputa do pleito no ano que vem, rechaçando a possibilidade de ser substituído por um de seus aliados. Ele se tornou inelegível em 2023 após ser condenado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder político e uso indevido de meios de comunicação.

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