O presidente Lula da Silva ordenou nesta quinta-feira (26) que o Ministério das Relações Exteriores, o Itamaraty, faça o traslado do corpo da brasileira Juliana Marins, morta após cair e ficar quatro dias à espera do resgate em um vulcão, na Indonésia.
A ordem contradiz o órgão , que nesta quarta-feira (25) havia anunciado que não poderia custear a volta do corpo da jovem. “O traslado dos restos mortais de brasileiros falecidos no exterior é decisão da família e não pode ser custeado com recursos públicos, à luz do § 1º do artigo 257 do decreto 9.199/2017”.
Pelas redes sociais, Lula afirmou que conversou com o pai da jovem, Manoel Marins, “para prestar solidariedade neste momento de tanta dor”.
Caso Juliana Marins
Juliana Marins, de 26 anos, foi encontrada morta nesta terça-feira (24), após quatro dias desaparecida no vulcão Rinjani, na Indonésia.
A jovem, natural de Niterói (RJ), sofreu uma queda de aproximadamente 300 metros da trilha. A confirmação do óbito foi feita pela família e pelo Itamaraty.




