O primeiro fim de semana de agosto chegou, e Fortaleza já se prepara para mais uma programação variada entre os dias 1º e 3 do oitavo mês do ano. Com eventos culturais diversos, a capital alencarina oferece opções para todos os gostos e idades, de grandes shows a teatro, feiras e encontros que valorizam a arte, a diversidade e a memória.
Confira os destaques:
CRIOLO
O palco do Iguatemi Hall recebe Criolo, que completa 50 anos de vida e 35 anos de música. A apresentação é uma das últimas antes do fechamento da casa ainda neste mês de agosto. O show acontece neste sábado (2) com a abertura dos portões a partir das 19h.
ZÉ RAMALHO EM FORTALEZA
Um dos artistas mais importantes de todos os tempos, segundo a revista Rolling Stones, Zé Ramalho retorna aos palcos cearenses para cantar hits como “Chão de Giz”, “Sinônimo ”, “Táxi Lunar” entre outros. Após um hiato de três anos, os fãs podem garantir ingressos tanto em setores de mesas (para 04 pessoas) como cadeiras individuais. A apresentação acontece nesta sexta-feira (1º), às 21h, no Centro de Eventos do Ceará.
ESTAÇÃO DAS ARTES
Nesta sexta (1º), a Estação das Artes recebe a festa Baila Comigo Especial 2 anos. Com bailarinos convidados e muito mais, o evento acontece em dois momentos: das 18h às 19h30 com Zé Bandeira e Banda e das 20h30 às 22h, com Forró do Tom.
No sábado (2), das 15h às 17h, tem Oficina de Impressão Botânica – Cultura alimentar, memória e brincadeira, no bistrô do Mercado Alimenta, com Suel Silva e Matheus Henrique e Raissa Rayz como mediadora.
Já no “Domingo da Estação”, a Feira Mais Vinil dá o pontapé inicial na programação do dia 3 de agosto no equipamento, a partir das 10h.
BELEZA. Rubel e Violão
Neste 1º de agosto, Rubel abre a programação do mês no Theatro José de Alencar com duas sessões no Palco Principal. A das 21h já está esgotada e a das 19h segue com os últimos ingressos disponíveis. Em formato intimista, voz e violão, o cantor carioca retorna aos palcos com um show que prioriza a proximidade e o afeto. A proposta é criar uma escuta sensível e profunda, onde cada canção encontra espaço para tocar diretamente o público como uma conversa entre velhos amigos, olho no olho.




