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Política

‘Humilhação’, diz Carlos Bolsonaro sobre escolta armada para pai em hospital

No final de agosto, Moraes endureceu a prisão domiciliar de Bolsonaro, por acreditar que havia risco de fuga
Por UrbNews
Atualizado há 8 meses
Tempo de leitura: 2 mins
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Segundo ele, a escolta continua dentro do hospital. Foto: Reprodução/X

O vereador do Rio Carlos Bolsonaro (PL) criticou neste domingo (14) o tamanho da escolta que acompanha o pai dele, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), para realizar um procedimento médico em um hospital em Brasília.

Carlos disse que policiais fardados e armados humilham Bolsonaro. “Um comboio com mais de 20 homens armados de fuzis ostensivamente, acompanhados de mais de 10 batedores, reduzindo a velocidade da bem abaixo da permitida na via, apenas para promover a humilhação de um homem honesto”, escreveu nas redes sociais. 

Segundo ele, a escolta continua dentro do hospital. “Homens fardados e armados vigiam como se um senhor de 70 anos pudesse fugir por uma janela, assim como fazem em sua prisão domiciliar. Fica claro: o objetivo é fragilizá-lo, expô-lo e ofendê-lo, em nome da tal “missão dada, missão cumprida”, até mesmo durante uma cirurgia.”, afirmou.

Bolsonaro passa por um procedimento para retirar manchas da pele. A previsão é que ele tenha alta em breve ainda neste domingo (14). “Estou com meu pai e presencio a continuidade do maior circo armado da história do Brasil.Um comboio com mais de 20 homens armados de fuzis ostensivamente, acompanhados de mais de 10 batedores, reduzindo a velocidade da bem abaixo da permitida na via, apenas para promover”

É a segunda saída de Bolsonaro da prisão domiciliar e a primeira desde a condenação. O ex-presidente está preso na casa dele desde 4 de agosto. No dia 16 daquele mês, Bolsonaro saiu para passar por exames que diagnosticaram esofagite, gastrite e resíduos de infecções pulmonares.

Ele chegou ao Hospital DF Star, a cerca de 20 km da casa dele, por volta das 8h, sob forte escolta. Agentes das polícias Federal, Militar, Penal e de Operações Especiais o acompanham. No final de agosto, Moraes endureceu a prisão domiciliar de Bolsonaro, por acreditar que havia risco de fuga. 

O ministro acatou representação da PF e manifestação da PGR (Procuradoria-Geral da República), que apontaram a necessidade de manter agentes de prontidão em tempo integral para monitorar o ex-presidente. Desde então, todos os carros que saem da casa do ex-presidente também precisam ser vistoriados.

Da Folhapress.

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