A Prefeitura de Manaus intensificou a coleta de resíduos em comunidades ribeirinhas e indígenas da zona rural da capital. A ação, realizada pela Secretaria Municipal de Limpeza Urbana (Semulsp), utiliza balsas que percorrem o rio Negro e seus afluentes para atender 25 comunidades rurais e seis indígenas, levando os resíduos até o aterro municipal. O objetivo é evitar o descarte irregular no meio ambiente, ampliar a qualidade de vida da população e fortalecer o turismo sustentável na região.
Além das balsas, a gestão instalou lixeiras flutuantes em 11 comunidades, incluindo Marina do Davi, Abelha, Nossa Senhora do Livramento, Ebenezer, São Sebastião, Agrovila e Bela Vista do Jaraqui. Esses pontos funcionam como locais de descarte seguro até a chegada da coleta, impedindo que o lixo chegue aos rios.
Outro reforço é o programa Gari Comunitário, já em funcionamento em 15 comunidades rurais. Moradores foram capacitados e contratados para atuar diretamente na limpeza, no apoio à coleta e em ações de conscientização ambiental. Segundo o secretário da Semulsp, Sabá Reis, a iniciativa aproxima os serviços da realidade local e gera emprego e renda.
Outro reforço é o programa Gari Comunitário, já em funcionamento em 15 comunidades rurais. Moradores foram capacitados e contratados para atuar diretamente na limpeza, no apoio à coleta e em ações de conscientização ambiental. Segundo o secretário da Semulsp, Sabá Reis, a iniciativa aproxima os serviços da realidade local e gera emprego e renda.
“O gari comunitário conhece cada caminho de terra, cada trapiche e cada casa às margens do rio. Isso garante agilidade ao serviço e aproxima a comunidade do cuidado com o próprio território”, destacou.
As medidas também beneficiam o turismo de base comunitária, importante fonte de renda das comunidades, que passam a contar com portos e trapiches mais limpos para receber visitantes.
Com informações da Prefeitura de Manaus.




