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Política

Damares, Girão e Magno Malta vão à Itália para ver Zambelli, presa em Roma

A visita dos senadores à deputada tem o objetivo de “acompanhar de perto sua situação e prestar solidariedade”
Por Pedro Breno Araujo
Atualizado há 7 meses
Tempo de leitura: 2 mins
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A viagem será custeada com recursos próprios dos senadores, afirma a equipe do senador do Novo. Foto: Reprodução/Instagram @eduardogiraooficial

Os senadores Damares Alves (Republicanos-DF), Eduardo Girão (Novo-CE) e Magno Malta (PL-ES) vão viajar para Itália nesta semana para visitar a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), presa desde julho no país.

O grupo vai embarcar nesta quarta-feira (17) e retornará para o Brasil no dia 21 (domingo). Zambelli está presa no Complexo Penitenciário de Rebibbia, em Roma. A Justiça local decidiu que ela seguirá presa no país durante o processo de extradição, a deputada teve a prisão preventiva decretada pelo STF por motivo de fuga.

A visita dos senadores à deputada tem o objetivo de “acompanhar de perto sua situação e prestar solidariedade”, diz a equipe de Girão. Reportagem do UOL mostrou que a perícia médica concluiu que o estado de saúde de Zambelli é compatível com a manutenção de sua prisão. A defesa dela insiste para um pedido de liberdade ou prisão domiciliar durante o processo de extradição da parlamentar.

A viagem será custeada com recursos próprios dos senadores, afirma a equipe do senador do Novo. Segundo a assessoria dos parlamentares, as despesas de deslocamento e estadia serão “integralmente” pagas pelo grupo. Os senadores também querem se reunir com parlamentares italianos.

O objetivo é buscar “interlocução com autoridades italianas competentes, reforçando a importância de que a deputada possa responder ao processo em liberdade”, afirma ainda a assessoria de Girão.

Zambelli saiu do Brasil após ser condenada a dez anos de prisão pelo STF. Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo condenou a deputada e o hacker Walter Delgatti Neto pelos crimes de invasão de dispositivo informático e falsidade ideológica.

Os ministros também determinaram que ela perdesse o mandato na Câmara, o que está sob análise. Na semana passada, a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara ouviu Delgatti no processo de cassação da parlamentar, na ocasião, ele afirmou que a deputada lhe disse que, caso ele fosse pego por invadir o sistema do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), poderia dizer que ela havia ordenado.

Da prisão, Zambelli acompanhou de forma virtual, chamou o hacker de mitomaníaco, reclamou da pena imposta pelo STF no caso e chorou em alguns momentos.

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