Na CASACOR Ceará 2025, o bambu assume papel de destaque como um dos principais elementos da arquitetura sustentável contemporânea. Presente em três ambientes da mostra, a Casa Gardênia, o Alpendre da Casa e o Bangalô Duna, o material natural ganha diferentes interpretações, unindo estética, conforto e consciência ambiental.
No Bangalô Duna, de Julia Gasparini, toda a estrutura foi executada em bambu pela Bambugalô, reforçando o compromisso com a construção natural. O espaço convida à simplicidade e à reconexão com a terra, em um equilíbrio entre ancestralidade e modernidade.

Ambiente por: Julia Gasparini
Já no Alpendre da Casa, projeto de Fabrício Pereira e Roberta Pereira, o bambu evoca a tradição das varandas nordestinas, espaços de convivência, sombra e diálogo com o entorno. Nesse ambiente, o material promove fluidez entre o interior e o exterior, traduzindo a hospitalidade cearense em um gesto arquitetônico contemporâneo.

Ambiente por: Fabrício Pereira e Roberta Pereira
Na Casa Gardênia, assinada por Ney Filho, o bambu surge como elemento de leveza e acolhimento. Integrado à proposta de uma arquitetura afetiva, o material conecta memórias familiares e natureza, criando uma atmosfera de pertencimento e serenidade.

Ambiente por: Ney Filho
Beleza e consciência ambiental
Mais do que um recurso estético, o uso do bambu representa uma escolha consciente diante dos desafios ambientais e da busca por materiais renováveis. Sua resistência, leveza e rápido crescimento o tornam uma alternativa viável para projetos que aliam beleza e responsabilidade.
Na CASACOR Ceará 2025, o bambu ultrapassa a função construtiva e se transforma em símbolo de um novo olhar sobre o morar e sobre o futuro do design, em que a sustentabilidade deixa de ser tendência e se torna essência.




