Após o encontro entre os presidentes do Brasil e Estados Unidos neste domingo (27) na Malásia, o assunto ganhou grande repercussão internacional pelos assuntos debatidos na reunião. No estado do Ceará não foi diferente e diversos políticos aliados do governo foram às redes sociais para falar do tema.
O governador Elmano de Freitas (PT) ressaltou a importância do diálogo entre os líderes e elogiou o presidente Lula (PT) a quem chamou de “grande estadista”. “A reaproximação e o diálogo aberto com os Estados Unidos são importantes para fortalecer as exportações e reduzir os impactos das tarifas sobre produtores e trabalhadores. Parabéns, presidente Lula, grande estadista”, escreveu.
Outro a comentar sobre o tema foi o ministro da Educação, Camilo Santana, que explicou que a reunião deve aproximar o entendimento entre Brasil e EUA. “Encontro hoje com Donald Trump, na Malásia, é passo fundamental no diálogo sobre agenda comercial e econômica bilateral, na busca por soluções para as tarifas e entendimento entre os países”, publicou.
O líder do PT na Câmara Federal, José Guimarães, falou sobre uma saída com responsabilidade e mantendo a soberania do país. A deputada federal Luizianne Lins (PT) foi mais uma a repercutir o encontro, falando da capacidade de Lula para construir pontes e cooperar com países sem “negociar” a soberania nacional.
O presidente da Assembleia Legislativa do Ceará (Alece) Romeu Aldigueri (PSB) comentou sobre a diplomacia não dar espaço para violência ou chantagem. “Nenhuma chantagem, nenhuma violência vai ser mais eficaz para o mundo que o soft power colocado à mesa pelos corpos diplomáticos”, disse Aldigueri.
O deputado estadual e líder do PT na Alece Guilherme Sampaio também parabenizou a conduta de Lula no encontro e a diplomacia entre os países. O Ceará é um dos estados que mais exportam para o país norte-americano, com mais de 51% dos produtos destinados aos EUA.
A expectativa é de que as equipes de negociações entre Brasil e EUA se encontrem novamente nesta semana, e novos acordos comerciais sejam firmados, como a queda do tarifaço de 50% imposto ao Brasil.




