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Amazonas

Manaus instala maior ecobarreira da cidade no Educandos e leva resultados ambientais à COP30

Com a nova estrutura, a capital amazonense soma 12 ecobarreiras em funcionamento e reforça seu compromisso com a preservação dos igarapés
Por Iôrran Freire
Atualizado há 6 meses
Tempo de leitura: 2 mins
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O ponto foi escolhido por ser uma das principais saídas de lixo fluvial da cidade e um dos maiores desafios ambientais de Manaus. Foto: Dhyeizo Lemos/Semcom

A maior ecobarreira já implantada em Manaus, foi instalada pela Prefeitura no igarapé do Educandos, na zona Sul da cidade. A estrutura, formada por três módulos de 12 metros, amplia para 12 o total de ecobarreiras em operação na capital e integra o conjunto de medidas que o prefeito David Almeida (Avante) apresentará na COP30, que se inicia nesta segunda-feira (10), em Belém do Pará. O ponto foi escolhido por ser uma das principais saídas de lixo fluvial da cidade e um dos maiores desafios ambientais de Manaus.

Durante a instalação, o gestor municipal destacou que as ecobarreiras têm papel decisivo na contenção de resíduos e na conscientização da população sobre o descarte irregular de lixo. “O igarapé não está sujo por natureza. Ele se suja quando chove, porque o lixo descartado de forma inadequada vai parar na água. A consciência ambiental de cada morador é fundamental para manter nossos mananciais preservados”, afirmou o prefeito.

As iniciativas sustentáveis da capital também serão levadas à COP30 como exemplos de políticas públicas amazônicas em andamento. Entre os destaques estão a transição energética no novo aterro sanitário, que transformará o metano em biometano para abastecer caminhões coletores, a implantação de uma usina fotovoltaica no aterro controlado, a recuperação das lagoas com a planta beru e o reaproveitamento da água tratada proveniente das lagoas de chorume.

“Manaus não vai à COP para falar do que pretende fazer. Vai para mostrar o que já está fazendo. Somos referência em preservação ambiental e inovação em políticas públicas de sustentabilidade. O mundo está olhando para Manaus”, completou Almeida. 

Segundo o titular da Secretaria Municipal de Limpeza Urbana (Semulsp), Sabá Reis, as ecobarreiras já impediram que quase 8 mil toneladas de lixo chegassem ao rio Negro. Antes, eram retiradas até 700 toneladas por mês diretamente do rio. Hoje, o número reduziu mais da metade, conseguindo reter entre 250 e 300 toneladas.

As ecobarreiras manauaras também ganham destaque no livro oficial que a prefeitura apresentará na COP30, como exemplo de solução de engenharia local adaptada à realidade amazônica. Atualmente, elas estão distribuídas em pontos estratégicos da capital.

Com informações da Prefeitura de Manaus.

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