Mesmo com a confirmação da não participação no Campeonato Brasileiro Feminino A1 de 2026, o Fortaleza segue buscando alternativas para manter o futebol feminino ativo ao longo da temporada. A ideia do clube é viabilizar a formação de uma equipe para disputar o Campeonato Cearense Feminino, no fim do ano, além de competições de base.
Neste momento, a prioridade do Tricolor do Pici é a captação de parceiros para tornar o projeto financeiramente viável, especialmente após o encerramento do patrocínio master da Cassino Bet. As movimentações acontecem depois do clube anunciar, no dia 29 de dezembro de 2025, a descontinuidade do futebol feminino.
Após o comunicado, o Fortaleza ainda tentou encontrar uma alternativa para disputar a elite nacional, levando em consideração o acesso inédito conquistado pelas Leoas na temporada anterior.
Parceria com Ronaldo Angelim
Nesse cenário, o clube chegou a firmar uma parceria com o projeto R4, idealizado por Ronaldo Angelim, que daria suporte para a disputa da Série A1. No entanto, com a confirmação da ausência na competição nacional, as conversas passaram a focar em outros formatos de atuação. A parceria com o R4 segue em negociação.
Com a decisão inicial do Fortaleza de encerrar a modalidade feminina, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) iniciou contatos com outras equipes para preencher a vaga deixada pelo Laion.
Quando o clube cearense sinalizou a possibilidade de participação, a entidade já estava em tratativas avançadas com outros times, inviabilizando o retorno das Leoas à Série A1 em 2026.
Apesar do cenário adverso, o Fortaleza mantém diálogo interno e com possíveis parceiros para garantir a continuidade do futebol feminino em outras competições nesta temporada.




