A cantora Jojo Todynho voltou a se pronunciar sobre ter sido barrada no trio elétrico do cantor Bell Marques, em Salvador, em um vídeo publicado em seu perfil pessoal nesta terça-feira (17). No vídeo, a influenciadora relembra o episódio em que teria sido impedida de subir no trio elétrico e esclarece que isso não aconteceu.
A artista já havia esclarecido a situação, mas retomou o assunto: “Vocês acham mesmo que eu saio da minha casa sem nenhum tipo de benefício? Ou que eu seria barrada? Poxa, o meu patrocinador está patrocinando e eu vou ser barrada?!”.
Na ocasião, Jojo aguardava informações da equipe do camarote do lado de fora do trio. Vídeos do momento em que ela aparece na porta do trio, ao telefone, circularam nas redes sociais, e internautas começaram a especular que ela teria sido impedida de entrar.
“Foi uma questão de logística. Eu fui para a frente do trio e o pessoal do camarote estava me esperando atrás. Aí eu dei a volta. Aquele minuto em que eu estava tentando saber onde era o lugar certo para ir, pegaram isso e fizeram algo maldoso”, afirmou a cantora.
A artista criticou a atitude dos internautas por criarem especulações e disse que gostar ou não dela é uma questão pessoal, mas inventar situações é inadequado: “Olha, não gostar de mim é um direito de vocês, não faço questão que gostem. Agora, inventar mentira é feio, é feio demais. E outra, o meu patrocinador está patrocinando os trios aqui… não passa essa vergonha”.
Ainda no vídeo, Jojo declarou que apoiadores do PT ficam comentando em suas publicações e enviando mensagens para ela, mas afirmou que isso não tem impacto em sua vida. “Ah, porque eu acho ela isso, acho ela aquilo. Tá bom. Mudou alguma coisa na sua vida? Continua na mesma. Mudou alguma coisa na minha vida? Não. Eu só acho que você deveria parar de ficar agindo como cachorrinho de estimação de partido. Porque eles estão cagando pra você. Assim como eu, eles nem sabem quem é você”, disse.
Jojo Todynho já acumula algumas discussões com apoiadores do partido, além de ter sido acionada pela própria organização na Justiça por suposta difamação, ao dizer, em um podcast, que teria recebido uma oferta de R$ 1,5 milhão para apoiar a campanha eleitoral do atual presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em 2022.




