O Ceará volta suas atenções para a Copa do Brasil e enfrenta o Maranhão Atlético Clube nesta quinta-feira (12), às 19h30, no Castelão, em São Luís. Fundado em 1932, o clube maranhense disputa a competição nacional pela 12ª vez em quase um século de história e tenta alcançar um feito inédito: avançar à quarta fase do torneio.
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A melhor campanha do Maranhão na Copa do Brasil aconteceu em 2000, quando a equipe chegou à terceira fase. Caso elimine o Ceará, o clube escreverá um novo capítulo em sua trajetória na competição.
Conhecido como “Quadricolor”, o Maranhão utiliza as cores vermelho, branco, preto e azul. O mascote do clube é o bode. Conta a história que o animal, cujo dono se chamava Gregório, costumava aparecer nos treinamentos da equipe entre as décadas de 1930 e 1940. A partir disso, o clube acabou adotando o bode como mascote.
O MAC também integra, ao lado de Moto Club e Sampaio Corrêa, o chamado “Trio de Ferro” de São Luís.
No cenário estadual recente, o Maranhão vive um período competitivo. Em 2025, conquistou o Campeonato Maranhense e em 2026, terminou como vice-campeão após perder a final para o IAPE, que levantou o troféu pela primeira vez na história. O clube também soma títulos da Copa Federação Maranhense de Futebol, sendo o maior campeão da competição, com 12 conquistas.
Feitos históricos do Bode
Um dos momentos mais marcantes da história do Maranhão aconteceu em 1979, quando a equipe foi o destaque da primeira fase do Campeonato Brasileiro. Na ocasião, o MAC terminou na 26ª posição entre 94 clubes e ganhou o apelido de “Demolidor de Cartazes”, por vencer equipes tradicionais do país.
No cenário nacional recente, o Maranhão conquistou o acesso à Série C do Campeonato Brasileiro ao terminar a Série D de 2025 na terceira colocação. Em 2026, além da Copa do Brasil e do Campeonato Maranhense, o clube também disputa a Série C e a Copa do Nordeste.
Comando conhecido
O Maranhão é comandado por Marcinho Guerreiro, ex-jogador com passagem pelo Fortaleza entre 2007 e 2008. O treinador também atuou por diversos clubes cearenses, como Maracanã, Icasa, Uniclinic, Crato, Guarany de Sobral e Guarani de Juazeiro.

Como técnico, Marcinho construiu carreira principalmente no futebol maranhense, dirigindo equipes como Moto Club e Imperatriz, além de passagens por Treze, Central e Fluminense-PI. No comando do Maranhão, ganhou destaque ao conduzir o clube ao acesso para a Série C.




