O Estado do Piauí alcançou a marca de 2 milhões de piauienses com a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), consolidando-se como líder no Brasil em cobertura proporcional do documento.
Os dados foram divulgados na última segunda-feira (27) pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e evidenciam o avanço das políticas de identificação civil no estado.
Atualmente, o Piauí se destaca nacionalmente na emissão da CIN. O novo documento substitui o antigo RG e adota o CPF como número único de identificação, proporcionando mais segurança, integração de dados e facilidade no acesso a serviços públicos e benefícios sociais. No estado, aproximadamente 60% da população já está cadastrada.
De acordo com o secretário de Governo Digital do MGI, Rogério Mascarenhas, o resultado demonstra a relevância da iniciativa. “Este resultado alcançado pelo Piauí é muito importante, pois a CIN vai além da segurança pública. Isso significa que o Estado está se esforçando para levar cidadania para a sua população, já que a CIN melhora a identificação dos brasileiros por ter número único e, com isso, simplifica o acesso aos serviços públicos e benefícios sociais. É uma marca a ser celebrada e faço questão de parabenizar o trabalho do governo estadual”, comentou.
Outro ponto importante foi a descentralização do processo de emissão. Antes concentrada em Teresina, a impressão da CIN passou a ocorrer em sete centrais diferentes, o que reduziu o prazo de entrega do documento físico para cerca de três a cinco dias úteis.
Esse avanço é fruto de uma estratégia voltada à ampliação do acesso à documentação civil. No início da atual gestão, o estado contava com apenas 12 pontos de atendimento. Hoje, são mais de 200 unidades distribuídas em 197 municípios, garantindo maior alcance em todo o território.
Entre os beneficiados está o estudante José Davi, de 17 anos, que recentemente emitiu sua CIN para participar de um programa estadual. “Foi bem mais fácil, inclusive pela questão das documentações, porque hoje nós temos a possibilidade de ter vários documentos inclusos nela, e ela é bem mais ágil. Você não precisa estar levando outros documentos, somente ela também ajuda a agilizar o processo”, afirmou o estudante.
De acordo com o superintendente do Instituto de Cidadania Digital do Piauí, Marcelo Mascarenha, o resultado reflete uma política pública focada na inclusão e na ampliação do acesso à documentação. “O Piauí hoje é referência nacional porque conseguiu transformar a emissão da identidade em uma política de cidadania. Ampliamos a rede, desburocratizamos o acesso e levamos o serviço para mais perto das pessoas. Esse resultado mostra que, quando o Estado facilita, a população responde e passa a ter mais acesso a direitos, serviços e oportunidades”, afirmou o gestor.
O secretário de Segurança Pública, Antonio Luiz Soares, também destacou a importância da iniciativa, afirmando que a padronização da identificação fortalece o acesso da população aos serviços digitais e contribui para áreas como saúde, segurança e atendimento público em geral.
“É a Segurança ajudando a população a ser identificada no padrão nacional, para dar realmente segurança de quem são elas, e que possam ter acesso a serviços na era digital, que ajuda a população a ter mais saúde, mais segurança, mais acesso a serviços que o poder público oferta ao povo do Piauí”, destacou.




