A cantora Pabllo Vittar arrastou uma multidão de pessoas na 30º edição da Parada do Orgulho LGBT+, em São Paulo, realizada na tarde deste domingo (7).
Com vários hits no repertório, a compositora e drag queen animou o público do evento, que este ano tem como tema “A rua convoca, a urna confirma”, e celebra três décadas de ações e luta contra a homofobia e discriminação de gênero.
Além de Pabllo, marcaram presença Gloria Groove, Urias, Melody, Pepita, Jup do Bairro, Diego Martins, Thiago Pantaleão, Majur e Katy da Voz e as Abusadas
Fãs comentam sobre a apresentação
“Gente, a Pabllo atacou demais hoje! Deu a vida como sempre e mostrou como se faz! ❤️ gratidão ❣️✨🙏🏼👏🏼💪🏼🏳️⚧️🏳️🌈🇧🇷”, comentou um fisioterapeuta na publicação.
“É hora de entender que não estamos pedindo permissão para existir. Vamos ocupar os lugares que são nossos por direito. Respeitem nosso espaço — nós estamos aqui e sempre existiremos”, disse outro internauta.
“Foi maravilhoso!!!!”, disse uma fã. Já outra comentou: “Estamos preparados pra combater a crise climática, a corrupção neste país. Aceitem, respeitem, somos gays simmmm e estamos dominando❤️”.
“Não podemos ter medo de viver a nossa vida”, diz Pabllo
Além de garantir a alegria dos fãs, Pabllo também concedeu entrevistas e, em uma delas, mostrou preocupação com o “esvaziamento de pauta”.
“É muito importante porque parece que a gente vem vivendo um apagamento, um esvaziamento da pauta, mas em um ano em que os LGBTs todos os dias têm perdido suas vidas e oportunidades, é importantíssimo que a gente venha nessa parada”, declarou a artista à CBN São Paulo.
Ainda à CBN, Pabllo também ressaltou a importância do evento, que é considerado o maior do mundo: “É para a gente manter esse legado vivo, manter essas portas abertas para as próximas gerações. A gente não pode ter medo de viver a nossa vida e ser quem a gente é'”.
Na edição deste ano, a organização passou por uma diminuição dos recursos financeiros, e contou com 14 trios elétricos nas ruas. No ano passado foram 17.
Conforme a CBN, houve uma queda de 60% nas receitas obtidas com patrocinadores. Mesmo assim, alguns artistas abriram mão do cachê para realizar o show, e Pabllo foi uma delas.




