Após o empate diante da Ponte Preta, na noite desta quarta-feira (1º), o técnico Mozart explicou as escolhas feitas durante a partida e comentou a ausência do jovem Melk entre as substituições. No confronto, o treinador optou pelas entradas de Alano, Matheusinho, Giulio, Sánchez e Alex Silva.
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“Os que entraram, entraram com muita saúde. Era um jogo que pedia jogadores com mais intensidade, como o Sánchez, o Matheus e o Giulio, que estou adaptando para um 9 de mobilidade. As trocas surtiram efeito e conseguimos empatar. Estávamos mais próximos de fazer o segundo gol do que a Ponte”, avaliou o treinador.
Mozart também destacou o desgaste físico de Melk, que havia atuado por 80 minutos na derrota para o Retrô, pela Copa do Nordeste. Além disso, a expulsão de Lucas Lima ainda no fim do primeiro tempo mudou completamente o planejamento da comissão técnica.
“A ideia era utilizar o Melk durante o jogo, mas as circunstâncias mudaram nossa estratégia. Com a expulsão, o jogo passou a pedir outras características físicas”, explicou.
Por fim, o treinador comentou o cartão vermelho aplicado ao volante Lucas Lima e demonstrou insatisfação com a decisão da arbitragem.
“Acredito que a expulsão foi injusta. Talvez o lance do Potker no Richardson merecesse revisão do VAR. O árbitro foi rigoroso demais na expulsão do Lucas Lima”, concluiu.
O próximo desafio do time é contra o Cuiabá no sábado (4), às 18h.




