O ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), criticou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmando que sua família se apresenta como “antissistema”, mas pratica “a pior política do país” há três décadas.
Ao se referir ao parlamentar como “Bolsonarinho”, Haddad também declarou que a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é “um imperativo” para o PT e para o Brasil.
A fala ocorreu no encerramento do 8° congresso do PT, que ocorreu neste domingo (26). De acordo com Haddad, “não podemos, de maneira nenhuma, considerar a hipótese de retrocesso”.
“Reeleição de Lula é um imperativo para o nosso futuro. Lula vai concorrer com o ‘Bolsonarinho’, o filho do Jair Bolsonaro, uma família que só entregou caos ao País. Eles se vendem como antissistema mas estão há 30 anos fazendo a pior política no País, das rachadinhas ao genocídio da pandemia”, afirmou.
Haddad afirmou que, em três anos, o governo conseguiu retomar projetos e reestruturar áreas estratégicas, o que fez o país voltar a apresentar resultados positivos.
Segundo ele, uma parcela do esforço atual está em retomar iniciativas já trilhadas, algo que provoca frustração, mas ao mesmo tempo reforça a importância da continuidade do projeto.
Ao comentar a idade do presidente, Haddad minimizou os efeitos da idade e afirmou que os 80 anos de Lula são “um ativo” para o governo.
“Seus 80 anos (de Lula) são um ativo. Toda experiência de uma vida, sempre do lado certo da história, sem negociar princípios e valores. Isso é um patrimônio”, ponderou.




