Play Video
Política

Malafaia faz oração ao lado de Flávio Bolsonaro e cita perseguição do STF e Moraes

Pastor diz que não cometeu crime ao fazer críticas genéricas e defendeu a liberdade de expressão
Por UrbNews
Atualizado há 1 hora
Tempo de leitura: 3 mins
Compartilhe a notícia:
Celebração ocorreu na manhã deste domingo (03). Foto: Reprodução Advec

O pastor Silas Malafaia afirmou neste domingo (3) ser alvo de “perseguição política” após se tornar réu no STF (Supremo Tribunal Federal) e voltou a criticar o ministro Alexandre de Moraes durante culto na Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), na zona norte do Rio.

Sem citar nomes sobre o caso, o líder religioso disse que não cometeu crime ao fazer críticas que classificou como genéricas e defendeu o que chamou de direito à liberdade de expressão. “Quando você fala genericamente, não (comete crime). Eu não citei o nome de ninguém”, afirmou.

A cerimônia neste domingo conta com a presença do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), do ex-governador Cláudio Castro (PL-RJ), do deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), do deputado estadual Douglas Ruas (PL) e do ex-prefeito Marcelo Crivella (Republicanos), que participaram do culto e foram chamados ao altar pelo pastor.

Malafaia também atacou o inquérito das fake news, que tramita no STF, classificando-o como “ilegal” e “imoral” e dizendo que foi aberto “para calar” pessoas que criticam ministros da corte. Segundo ele, há uma tentativa de “intimidar” e silenciar opositores.

Ao mencionar Moraes, o pastor disse que faz críticas ao magistrado, mas não o odeia. Em seguida, afirmou que, se o ministro “não se arrepender”, “virá justiça sobre ele em nome de Jesus”.

A declaração ocorre dias depois de a Primeira Turma do STF tornar Malafaia réu sob acusação de injúria.

A ação teve origem em uma representação apresentada pelo comandante do Exército, general Tomás Paiva, após um discurso do pastor na avenida Paulista.

Em 6 de abril de 2024, do alto do carro de som, o líder religioso afirmou: “Cadê esses generais de quatro estrelas, do Alto Comando do Exército? Cambada de frouxos, cambada de covardes, cambada de omissos. Vocês não honram a farda que vestem. Não é para dar golpe, não, é para marcar posição”.

Parte dos ministros entendeu que não houve indícios de calúnia, quando há acusação falsa de crime, mas que as declarações podem configurar ofensa à honra, o que levou ao recebimento da denúncia por injúria.

A decisão foi tomada por maioria, com divergências entre os ministros sobre o enquadramento das falas.

Com informações de Aléxia Souza, da Folhapress

5
Compartilhe

Assuntos

Notícias relacionadas

NOTÍCIAS-10 (9)
Política
Messias é rejeitado pelo Senado para o STF, e Lula sofre derrota histórica
NOTÍCIAS-9 (13)
Política
Messias é aprovado pela CCJ por 16 a 11, e plenário do Senado decidirá sobre indicado de Lula ao STF
NOTÍCIAS-3 (53)
Política
Messias defende aprimoramento do STF e diz ser servo de Deus em sabatina
NOTÍCIAS-10 (9)
Política
Messias é rejeitado pelo Senado para o STF, e Lula sofre derrota histórica
NOTÍCIAS-9 (13)
Política
Messias é aprovado pela CCJ por 16 a 11, e plenário do Senado decidirá sobre indicado de Lula ao STF
NOTÍCIAS-3 (53)
Política
Messias defende aprimoramento do STF e diz ser servo de Deus em sabatina
NOTÍCIAS-6 (29)
Política
Malafaia vira réu no STF por falas contra generais do Exército

Inscreva-se em nossa Newsletter!

A forma mais rápida de manter-se atualizado.
Receba as notícias mais recentes, de segunda a sexta-feira, diretamente na sua caixa de e-mail.