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Temporais no Rio Grande do Sul deixam 13 mortos e outros 8,3 mil desabrigados

Por Evellyn Castro
Atualizado há 2 anos
Tempo de leitura: 2 mins
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Na quarta-feira (1º), o RS decretou estado de calamidade pública pelos "eventos climáticos de chuvas intensas Foto: Reuters/Folhapress

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul divulgou, na manhã desta quinta-feira (2), um balanço da situação decorrente das fortes tempestades que alastram o estado. O número de mortos subiu para 13, sendo que as três últimas mortes confirmadas foram em Santa Maria (duas pessoas) e São João do Polêsine, todas na Região Central do RS.

O levantamento aponta ainda que outras 21 pessoas seguem desaparecidas. Ao todo, 134 cidades registraram transtornos, como inundações, quedas de barreiras e deslizamentos de terra. As áreas mais atingidas são as regiões Central, dos Vales, Serra e Metropolitana de Porto Alegre.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) manteve parte do estado em estado vermelho para fortes tempestades com chuvas fortes, queda de granizo, ventos intensos e descargas elétricas. O Alerta estará em vigor até as 15h desta quinta-feira.

Na quarta-feira (1º), o RS decretou estado de calamidade pública pelos “eventos climáticos de chuvas intensas”. A decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial do Estado.

Na quarta-feira (1º), o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), disse que o temporal  “será o maior desastre do estado” e comparou a situação com as tragédias de 2023, que mataram dezenas de pessoas.

“Nós não teremos capacidade de fazer todos os resgates, porque está muito mais disperso nesse evento climático que a gente está vivenciando. E com dificuldades, porque ali as chuvas não cessam. O estado tem tido dificuldades para acessar as localidades”, disse Leite.

O presidente Lula (PT) deverá visitar o Rio Grande do Sul nesta quinta-feira. A agenda oficial disponibilizada no site, prevê a chegada de Lula e da comitiva do governo federal à base aérea de Santa Maria por volta de 10h.

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