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Esporte

Brasil pode quebrar recorde de medalhas em Jogos Paralímpicos

Por Evellyn Castro
Atualizado há 2 anos
Tempo de leitura: 2 mins
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A delegação de atletas brasileiros pode bater seu recorde, também, na conquista de medalhas de ouro. Foto: Divulgação/ COB

A delegação brasileira vem apresentando um resultado positivo nos Jogos Paralímpicos deste ano. Durante o evento, que iniciou no dia 28 de agosto, o Brasil já conquistou 41 medalhas, tendo boas chances de ao fim da competição, no dia 8 de setembro, bater seu recorde de medalhas – 72 conquistadas em Tóquio.

Até ontem, o quinto dia de competição, o Brasil tinha uma média de 7,6 medalhas conquistadas por dia – 38 ao todo -, se a delegação seguir a média até o fim do torneio, teria no dia 8 de setembro 79 medalhas no total.  

O cálculo é otimista, mas é importante destacar que em alguns dias, como na segunda (2) – onde 11 medalhas foram conquistadas -, o número de medalhas conquistadas foi superior à média.

O Brasil está em 4° lugar no quadro de medalhas das Paralimpíadas, com 41 medalhas ao todo, sendo 13 medalhas de ouro, 9 de prata e 19 de bronze. A frente dos brasileiros estão: Estados Unidos, Grã-Bretanha e China.

Nesta terça-feira (3) o Brasil tem chances de medalha nas finais da natação e do atletismo.

Medalhas de Ouro

A delegação de atletas brasileiros pode bater seu recorde, também, na conquista de medalhas de ouro. O maior número conquistado foi em Tóquio com 22 medalhas, 9 a mais do que o momento atual. 

Se utilizando do mesmo cálculo para a média de medalhas gerais, o número de ouros seriam de 26 ouros. O cálculo foi feito a partir da média de 2,4 ouros conquistados por dia até a última segunda-feira (2).

Medalhas inéditas

Além de terem grandes resultados como delegação, os atletas brasileiros têm conquistado conquistas importantes em suas modalidades. Pela primeira vez em Jogos Paralímpicos, o Brasil medalhou em esportes como o badminton e o triatlo.

O medalhista de prata no triatlo, Ronan Cordeiro, falou após a prova, para o canal Sportv – que transmite os jogos – sobre a importância da medalha para quebrar o paradigma no triatlo braisleiro. 

“Eu tinha uma missão de quebrar esse paradigma no triatlo. Fiz meu primeiro treinamento de altitude, e olha o resultado que consegui. Eu queria ganhar o ouro. Arrisquei tudo. Dei tudo de mim na natação, dei tudo de mim no ciclismo e paguei caro na corrida”, afirmou.

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