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Mulheres e criança que limpavam cova de parente ficam presas em cemitério; veja vídeo

Por José Gabriel Herculino
Atualizado há 1 ano
Tempo de leitura: 3 mins
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O vídeo do momento mostra as três chegando até o portão do cemitério e notando um cadeado trancado preso a uma corrente. Foto: Reprodução/Redes sociais

A véspera do Dia dos Finados de 2024 vai ficar na memória da pedagoga Dawylla Dandara por um motivo inusitado. Ela, a filha pequena, Ana Liz; e a cunhada, Paula, ficaram presas num cemitério em Baturité, a mais de 100 km de Fortaleza, após serem esquecidas pelo coveiro no local.

A pedagoga compartilhou o episódio nas redes sociais. Dawylla estava acompanhada da cunhada e da filha na noite da última sexta-feira (1º) para preparar o túmulo do pai para visitas no sábado (2), Dia dos Finados, no Cemitério Público São Miguel. 

O vídeo do momento mostra as três chegando até o portão do cemitério e notando um cadeado trancado preso a uma corrente.

“Coisas que só acontecem comigo… Vim limpar a cova do meu pai no cemitério, já tarde da noite, mais minha filha e minha cunhada, e o homem simplesmente esqueceu a gente e trancou a gente dentro do cemitério. E agora? Misericórdia”, relatou Dawylla rindo, enquanto a filha chorava aos pés do portão trancado.

Em outra publicação, a pedagoga soltou uma “vaia cearense” em meio aos túmulos, enquanto a cunhada subia em um deles para tentar chamar a atenção de alguém que pudesse resgatá-las.

Dawylla conseguiu ligar para o irmão e a mãe, que chegaram algum tempo depois com uma escada. Eles usaram o equipamento para facilitar a saída pelo muro do cemitério. A mãe gravou o “resgate” da neta, Ana Liz, que já estava desesperada com a situação. A mulher também ria, e Dandara comentou: “A minha mãe podendo ajudar fica rindo do meu desespero”.

Em uma publicação sobre o caso, o prefeito de Baturité, Herberlh Mota (Republicanos), brincou com a situação. “Já mandei o coveiro ir abrir o portão!”, escreveu.

Na noite de sábado (2), Dawylla postou um desabafo nas redes sociais, contando que não esperava a repercussão do episódio e que assustou com o número de compartilhamentos do vídeo, além das críticas que recebeu de desconhecidos. 

“Foi um desespero. Eu ri na hora, mas eu tava desesperada, não só por mim, mas pela minha filha também”, disse. “Não quero like, não vivo de internet, não sobrevivo disso, não sou blogueira, o vídeo foi totalmente aleatório, gravei, postei, deu no que deu”.

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