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Construtora Colmeia reforça política de equidade salarial e de gênero na construção civil

Por UrbNews
Atualizado há 1 ano
Tempo de leitura: 2 mins
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Dados de 2022 do Ministério do Trabalho mostram que as mulheres no Brasil recebiam, em média, 80,6% do salário pago aos homens. (Foto: Freepik)

A Construtora Colmeia, fundada em Fortaleza e atuante em cidades como Natal (RN), Manaus (AM) e Campinas (SP), tem se destacado por adotar políticas de equidade salarial e de gênero na construção civil. Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), em 2024, a empresa apresentou um avanço significativo nessa área, com o salário mediano das mulheres chegando a ser 25,3% superior ao dos homens em agosto do ano passado.

Apesar da mediana favorável às mulheres, a média salarial ainda apresenta uma diferença de 1,5% a favor dos homens, reflexo da predominância masculina entre os colaboradores. Para além dos salários, a Colmeia tem buscado ampliar a participação feminina em papeis de tomada de decisão: atualmente, 40% dos cargos de liderança em engenharia na empresa são ocupados por mulheres.

O CEO da construtora, Otacílio Valente, ressalta o compromisso da empresa em diversificar ainda mais sua equipe: “Como uma empresa socialmente responsável, muito nos interessa dispor de mais vagas para as mulheres ocuparem, sejam operacionais, de gestão ou sobretudo nas obras. Inclusive, queremos desenvolver treinamentos voltados para elas, pois sabemos que o canteiro ainda é um ambiente predominantemente masculino”

No primeiro semestre de 2024, os critérios de remuneração e ações para garantir diversidade, registrados pela Colmeia junto ao MTE, incluíam o cumprimento de metas de produção, além do incentivo à proatividade, desenvolvimento de ideias e de sugestões, bem como ações de apoio ao compartilhamento de responsabilidades familiares entre homens e mulheres.

O cenário apresentado pela Colmeia contrasta com a realidade nacional. Dados de 2022 da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), publicada pelo MTE, mostram que as mulheres no Brasil recebiam, em média, 80,6% do salário pago aos homens.

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