Ser mãe já é, por si só, uma missão desafiadora. Mas para Alzenir Sousa, essa tarefa nada simples exige algo ainda maior: que seja o alicerce de uma família dedicada à arbitragem no futebol.
Esposa de árbitro assistente e mãe de uma árbitra, ela soube equilibrar o amor, o apoio incondicional e a compreensão diante dos sacrifícios que a profissão exige.
Desde cedo, a arbitragem fez parte da rotina da família. “Na minha casa nós já torcíamos pela arbitragem. Meu pai foi árbitro assistente por muitos anos, então a gente já tinha essa visão de assistir aos jogos com outra perspectiva, uma torcida diferente”, relembra Carol, filha de Alzenir que aos 21 anos, decidiu seguir os passos do pai e também entrou para o quadro de arbitragem.
Em todos os momentos, nos jogos, nas conquistas, nas críticas e nas ausências em datas especiais, ela sempre esteve lá. “Sem dúvida sempre foi nossa maior torcedora e incentivadora. Mãe é mãe né! Pra ela não importava os xingamentos ou nos ver tantas vezes perder momentos especiais pra estar trabalhando nos jogos. Ela acompanha tudo, assiste os jogos e sempre esteve comigo nos principais momentos da minha carreira”, conclui Carol.
Neste Dia das Mães, a homenagem vai para todas as mães que vivem os bastidores do futebol com o coração na arquibancada, e especialmente para Alzenir, exemplo de dedicação e inspiração para uma geração que enxerga o futebol com outros olhos: os da arbitragem.




