O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) irá jantar com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, no Kremlin, sede do governo e residência do presidente russo, em Moscou, nesta quinta-feira (8).
Lula também participará das comemorações do “Dia da Vitória”, que marca os 80 anos da vitória soviética contra o nazismo na Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O evento acontecerá na Praça Vermelha, na sexta-feira (9).
Os políticos de oposição ao governo Lula criticaram a decisão do presidente do Brasil em aceitar o convite de Putin, já que o mesmo insiste em continuar o conflito armado com a Ucrânia, que perdura há três anos.
O embate dos dois países do leste europeu devem entrar em pauta na reunião dos dois presidentes, além de situações relacionadas ao BRICS, bloco econômico que o Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul participam. Atualmente, a ex-presidente brasileira, Dilma Rousseff (PT) está presidindo o banco do bloco por indicação direta de Putin.
Após a confirmação da visita de Lula ao território russo, o embaixador da Ucrânia, Andrii Melnyk, reforçou o convite para que o petista vá ao país europeu. Segundo o embaixador, o presidente Volodymyr Zelensky, da Ucrânia, “está esperando” por Lula. Contudo ainda não há previsão que o mesmo visite o país nesta viagem.
Seguindo o cronograma de viagem, o presidente do Brasil deverá partir para Pequim, na China, na qual terá compromissos segunda-feira (12) e terça-feira (13). Além da reunião com o presidente chinês Xi Jinping, Lula participará de uma reunião com o Fórum China-Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos).
O intuito da reunião com o país asiatico é discutir sobre as tarifas dos produtos importados. Já que a China está sendo o principal alvo da guerra tarifária imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.




