A imagem de Nossa Senhora de Nazaré, no bairro Montese, em Fortaleza, deve ser reinaugurada no próximo mês de agosto. A escultura desabou em outubro do ano passado, na praça Padre Elvis Marcelino, e retorna após dez meses.
A Coordenadoria Especial de Apoio à Governança das Regionais de Fortaleza (Cegor) confirmou a informação à reportagem, na manhã desta segunda-feira (28), após a instalação da nova imagem no mesmo local da antiga estátua. Da mesma forma que a anterior, a nova peça é feita de fibra, mas conta com reforço interno de ferro, alvenaria e concreto, o que garante maior resistência.
A nova estátua foi confeccionada em ateliê artístico do município de Juazeiro do Norte, a 527 quilômetros de Fortaleza, e tem 2 metros a menos que a anterior, a fim de garantir maior estabilidade.
Além do monumento, a praça Padre Elvis Marcelino também será reformada até agosto. Conforme a Cegor, a intervenção contará com manutenção dos pisos e pintura dos mobiliários urbanos. A reforma da praça está prevista para ser entregue junto à imagem de Nossa Senhora de Nazaré.
A ordem de serviço da obra foi assinada em 10 de abril, com prazo de conclusão previsto em 120 dias. Ainda segundo a Cegor, a praça não será interditada, já que tanto a revitalização do local quando a instalação da estátua não oferecem riscos aos transeuntes.
Conforme a Prefeitura de Fortaleza, a imagem de Nossa Senhora de Nazaré é o terceiro monumento católico a passar por revitalização este ano. O primeiro deles foi a estátua de Nossa Senhora de Fátima, no bairro de Fátima, reinaugurada no último mês de maio.
Além delas, a gestão também afirma estar executando melhorias na estátua do santuário de Nossa Senhora da Assunção, padroeira da cidade, no bairro Vila Velha.
“A atual gestão tem atuado de forma sistemática na conservação de imagens religiosas instaladas em espaços públicos da cidade. As intervenções são realizadas conforme a necessidade identificada e precedidas por estudos de viabilidade técnica, com foco na preservação do patrimônio cultural e religioso”, pontuou a Cegor, em nota enviada à Urbnews.




