Segundo dados da Pesquisa Anual de Serviços (PAS) divulgada nesta semana, o setor de serviços do Maranhão encerrou o ano de 2023 com bons resultados: quase 14 mil empresas em funcionamento e mais de 147 mil pessoas empregadas – ambos recordes desde que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) iniciou esse tipo de levantamento em 2007.
Embora sejam de 2 anos atrás, os números fazem parte da radiografia anual mais recente que o instituto divulgou.
Além do crescimento expressivo nos empreendimentos, o levantamento mostrou que a geração de empregos avançou 3,5% em relação a 2022, com quase 5 mil novas vagas abertas no setor. A renda média dos trabalhadores também apresentou melhora, alcançando R$ 1,7 mil, o maior valor dos últimos três anos.
De acordo com a Secretaria de Indústria e Comércio (Seinc), os indicadores refletem o ambiente de negócios mais favorável no estado, marcado por incentivos à abertura de empresas, desburocratização e apoio ao crédito.
“Esses números confirmam que o Maranhão está no caminho certo: Criando um ambiente de negócios sólido, inclusivo e competitivo, onde o setor de serviços se consolida como um motor essencial para o desenvolvimento econômico do estado”, afirmou o titular da pasta, Júnior Marreca.
A pesquisa detalha também que os segmentos de serviços profissionais, administrativos e complementares concentraram a maior parte dos postos de trabalho, com mais de 65 mil ocupados, representando 44,3% do total. Já as atividades de alojamento e alimentação foram responsáveis por empregar 19.633 pessoas, correspondendo a 13,3% do setor.
Outros destaques
O avanço salarial também registrou alta: em 2023, o setor distribuiu R$ 4,2 bilhões em salários, retiradas e outras remunerações, um aumento de 15,4% em relação ao ano anterior.
No aspecto financeiro, a Receita Bruta de Serviços (RBS) do Maranhão chegou a R$ 27,9 bilhões, alta de 24,7% frente a 2022. Esse desempenho colocou o estado em quarto lugar no Nordeste, ficando atrás apenas da Bahia, Pernambuco e Ceará. Entre as atividades, o transporte rodoviário e serviços auxiliares responderam por pouco mais de 37% da receita total, com R$ 10,3 bilhões.
Com informações do Governo do Maranhão.




