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Fortaleza

Estudo global coloca Fortaleza como a 3ª cidade da América Latina mais adequada para ciclistas

A capital cearense fica atrás apenas de Niterói, no Rio de Janeiro, e de Bogotá, capital da Colômbia
Por Giulia Tessmann
Atualizado há 5 meses
Tempo de leitura: 2 mins
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O Índice foi criado em 2011 para ajudar cidades a produzirem um diagnóstico de pontos fortes e fracos. Foto: Prefeitura de Fortaleza

Fortaleza é apontada como a terceira cidade mais adequada da América Latina para ciclistas. A informação é do estudo Copenhagenize 2025, que monitora o progresso das cidades do mundo na promoção do ciclismo seguro, conveniente e acessível a todos. A capital cearense fica atrás apenas de Niterói, no Rio de Janeiro, e de Bogotá, capital da Colômbia.

Foram selecionadas 100 cidades de 44 países para participar do processo. Os pontos principais considerados foram as áreas urbanas com mais de 250 mil habitantes e também aquelas com populações menores, mas que apresentavam participação significativa no uso de bicicletas.

Criado há 14 anos, o índice ajuda as cidades para que façam um diagnóstico dos seus pontos fortes e pontos fracos, definam prioridades e aprendam com as práticas comprovadas que foram adotadas por outras cidades para implementar melhorias nas políticas públicas. 

A edição deste ano marca uma “evolução significativa na metodologia do Índice”. De acordo com o site da pesquisa, os resultados  apresentam uma tendência clara: “O ciclismo agora é visto como uma alavanca fundamental para a ação climática, a saúde pública e a qualidade de vida. Mais cidades estão migrando de projetos isolados para estratégias de ciclismo de longo prazo, integradas a planos mais amplos de mobilidade sustentável”.

O Índice mostrou que também existem grandes diferenças entre cidades que investem neste sistema de mobilidade. Com a estabilidade do financiamento, o comprometimento político e a capacidade técnica “definem quais cidades avançam e quais ficam para trás”. 

A pesquisa também explica que “o clima ou a geografia não determinam se uma cidade pode se tornar amigável para ciclistas. De cidades tropicais como Singapura e Dubai a cidades de inverno como Helsinque ou Quebec, o ciclismo prospera quando o investimento e a governança são fortes”.

Para o indicador, as cidades que mais avançam são aquelas que tratam o ciclismo como um sistema de mobilidade urbana completo e que combinam infraestrutura segura, comunicação clara e monitoramento constante.

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