Após a retirada do nome do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e da esposa da lista de sanções da Lei Magnitsky, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) se manifestou através de nota oficial em repúdio à decisão.
Através do X, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) escreveu que recebeu com pesar a ação do governo americano. Eduardo ainda pontuou que a sociedade brasileira perdeu a oportunidade de construir uma “unidade política” capaz de enfrentar os desafios da sociedade brasileira.
NOTA PÚBLICA
— Eduardo Bolsonaro🇧🇷 (@BolsonaroSP) December 12, 2025
Recebemos com pesar a notícia da mais recente decisão anunciada pelo governo americano. Somos gratos pelo apoio que o presidente Trump demonstrou ao longo dessa trajetória e pela atenção que dedicou à grave crise de liberdades que assola o Brasil.
Lamentamos que a… pic.twitter.com/Kcm3MSb4Xr
“Lamentamos que a sociedade brasileira, diante da janela de oportunidade que teve em mãos, não tenha conseguido construir a unidade política necessária para enfrentar seus próprios problemas estruturais. A falta de coesão interna e o insuficiente apoio às iniciativas conduzidas no exterior contribuíram para o agravamento da situação atual”, escreveu o parlamentar.
Ele explicou que aguarda novas medidas do presidente Donald Trump que possam “defender interesses estratégicos” dos americanos. “Esperamos sinceramente que a decisão do Presidente @realDonaldTrump seja bem-sucedida em defender os interesses estratégicos dos americanos, como é seu dever. Quanto a nós, continuaremos trabalhando, de maneira firme e resoluta, para encontrar um caminho que permita a libertação do nosso país, no tempo que for necessário e apesar das circunstâncias adversas”, finalizou na nota.
A decisão do governo americano foi anunciada nesta sexta-feira (12) e pegou de surpresa parlamentares e líderes políticos de direita aliados de Bolsonaro. A retirada do nome do ministro da lista de sanções também demonstra a relação diplomática entre o governo Lula (PT) e o governo Trump.
Desde a reunião ocorrida entre os chefes de Estado em outubro, medidas como o tarifaço norte-americano e a aplicação de sanção a ministros do STF demonstram que a relação entre os países está restabelecida.




