Referência em traumas graves e queimaduras para a rede pública de saúde do Pará, o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE) em Ananindeua atingiu, em 2025, a expressiva marca de 700 mil procedimentos realizados.
Além do alto volume de cirurgias e consultas, o ano foi marcado pela atuação estratégica da unidade como hospital de retaguarda para a COP30, exigindo a implementação de protocolos de resposta rápida e simulados de desastres em escala inédita.
Gestão de Crise e Retaguarda Global
A escolha do HMUE como apoio para a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) transformou a rotina da unidade. Segundo o diretor executivo Marcelo Azevedo, o desafio foi manter o atendimento regular à população enquanto as equipes se preparavam para cenários de múltiplas vítimas em parceria com o Ministério da Saúde.
“Realizamos capacitações intensivas e simulados complexos para garantir uma resposta rápida e eficiente. Mesmo com toda a mobilização, o hospital manteve seus atendimentos funcionando normalmente, sem qualquer impacto para os pacientes. Esse equilíbrio só foi possível graças ao comprometimento e à qualificação dos nossos profissionais”, explicou o gestor.
Um dos grandes diferenciais do Metropolitano no ano passado foi a consolidação do Serviço de Medicina Hiperbárica. Único no SUS das regiões Norte e Nordeste, o setor já ultrapassou 17 mil sessões, utilizando tecnologia que acelera a cicatrização de feridas complexas e reduz o tempo de internação.
Com informações do Governo do Pará.


