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“A Dor Comum”: Cíntia Chagas e Manuela d’Ávila lançam livro sobre dores vivenciadas por mulheres

Em outubro do ano passado as duas personalidades participaram de um debate e, ao encontrarem pontos em comum, resolveram lançar um livro juntas
Por Iasmim Melquíades
Atualizado há 3 meses
Tempo de leitura: 2 mins
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As duas personalidades, que vêm de nichos distintos nas redes, iniciaram a parceria após protagonizarem um debate na GloboNews em outubro do ano passado. Foto: Reprodução/ Instagram @/cintiachagass @/manueladavila

Cíntia Chagas, influenciadora conhecida pelo ensino de oratória nas redes sociais, divulgou neste sábado (7) a capa do livro “A Dor Comum: A urgência que nos une”, escrito em parceria com a jornalista e ex-deputada federal Manuela d’Ávila. 

As duas personalidades, que vêm de nichos distintos nas redes, iniciaram a parceria após protagonizarem um debate na GloboNews em outubro do ano passado. O momento chamou a atenção do público pois, apesar das opiniões contrárias, as duas não tiveram um confronto direto, mas encontraram pontos em comum em seus discursos, o que culminou na escrita do livro em conjunto.

Segundo Cíntia, a obra “percorrerá dores e experiências comuns às mulheres brasileiras, injustiças que existem unicamente pelo fato de sermos mulheres”.

Cíntia conta ainda que o livro surgiu como uma forma de continuar lutando por mulheres que passam pela mesma experiência que ela. “Se eu tivesse me calado, o homem que me agrediu não teria se tornado réu e, certamente, amparado pela certeza da impunidade, já teria voltado a agredir alguma companheira (à época, a mídia divulgou que não fui a primeira; luto para ser a última)”, escreveu na publicação.

Em 2024, a influenciadora denunciou seu ex-marido, o deputado estadual Lucas Bove (PL), por uma série de abusos físicos e psicológicos durante o relacionamento. Na época, uma medida protetiva foi instaurada e descumprida, segundo a defesa de Cíntia.

No post de divulgação, a educadora completou: “Este livro nasce, então, da Dor Comum a todas nós: negras, brancas, pobres, ricas, progressistas, conservadoras, cristãs, ateias… Ele nasce da dor de sofrer, de apanhar, de morrer simplesmente por ser mulher. Por mais diálogos, por mais soluções, por mais justiça”.

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