O rombo, promovido por meio de balanços fictícios por pelo menos 15 anos, até 2022, fez com que a varejista entrasse em recuperação judicial no início de 2023
Segundo o relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), a dívida da empresa com seus credores, já consideradas as inconsistências contábeis, superava os R$ 42 bilhões