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Vai aderir? Governos debatem o ponto facultativo para jogos da seleção feminina

O Governo Federal e o Governo do Distrito Federal anunciaram que irão permitir que os servidores se ausentem nos horários de jogos da Seleção.
A seleção brasileira se preparam para a estreia contra o Panamá, no próximo dia 24, às 8h (horário de Brasília). (Foto: Thais Magalhães/CBF)

Estamos a poucos dias do início da Copa do Mundo Feminina de Futebol, que ocorre entre os dias 20 de julho e 20 de agosto, na Austrália e Nova Zelândia. Enquanto as nossas jogadoras se preparam para a estreia contra o Panamá, no próximo dia 24, às 8h (horário de Brasília), instituições públicas e privadas do País se decidem sobre o que fazer com o expediente de trabalho nos dias de jogos da Seleção.

Tradicionalmente, quando a equipe masculina está em campo pela Copa, as empresas e governos estabelecem pontos facultativos para que seus funcionários possam torcer pela Seleção. Para o torneio feminino, porém, o debate recai sobre a relevância da competição e o quão engajada a população está para acompanhá-la.

O Governo Federal anunciou na semana passada que vai publicar uma portaria para permitir, pela 1ª vez na história, a liberação de servidores federais nos horários de jogos da Seleção Feminina. O Governo do Distrito Federal (GDF) também anunciou ponto facultativo para seus servidores. “O futebol feminino deve ser tão prestigiado quanto o masculino”, afirma o secretário de Esporte e Lazer do DF, Renato Junqueira.

Em São Paulo, vereadoras e deputadas estaduais do PSol pediram que o prefeito Ricardo Nunes (MDB) e o governador Tarcísio de Freitas (Rep) decretem a liberação. As parlamentares argumentam que adotar ponto facultativo em jogos da seleção masculina e feminina é uma questão de isonomia. Uma reivindicação similar aconteceu em Goiás, proposta pela deputada estadual Bia de Lima (PT).

Já o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), informou que não vai decretar ponto facultativo nos dias de jogos do Brasil na Copa feminina. “Nós vamos fazer um movimento para que a gente possa torcer pela Seleção, mas não sou a favor e não vou decretar nem feriado e nem ponto facultativo. O Estado precisa reverter uma situação na economia e vamos aguardar as oportunidades e ver o jogo depois, no replay”, acrescentou. 

No setor privado, uma empresa de Belo Horizonte (MG) decidiu adotar o incentivo para que seus funcionários torçam pela seleção feminina. No grupo Concert Technologies, todos os trabalhadores terão as horas abonadas no período em que as jogadoras estiverem em campo. 

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