Perguntado sobre o candidato Ricardo Nunes (MDB) no segundo turno das eleições à Prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal (PRTB), terceiro colocado na disputa no primeiro turno, com 1.718.274 milhões de votos (28,14% dos votos válidos), condicionou o apoio ao emedebista a um pedido de desculpas. A declaração foi feita em Barueri, na noite desta terça-feira (8), durante entrevista coletiva.
“Se ele pedir desculpa e tudo mais, é uma coisa. A consideração está condicionada a [Silas] Malafaia, [Jair] Bolsonaro, Eduardo [Bolsonaro], Tarcísio [de Freitas] e ele (Nunes). Não está condicionada a outra coisa”, explicou o ex-coach.
Na capital paulista, o segundo turno será disputado pelo atual prefeito Ricardo Nunes (MDB), que teve 29,48% dos votos válidos e Guilherme Boulos (Psol), com 29,07%.
Marçal quer uma retratação pelas declarações dadas por Nunes durante agenda eleitoral no Edifício Joelma, no centro de São Paulo, na última segunda-feira (7).
Na ocasião, o atual prefeito da capital paulista disse que Marçal não subiria no seu palanque e, caso fosse procurado pelo adversário, diria que esperava que ele tivesse aprendido com os próprios erros. “Que ele possa ter feito uma boa reflexão. Ele que siga o caminho dele, e eu o meu”.
Na coletiva realizada nesta terça, Pablo Marçal reiterou seu desejo de concorrer ao Executivo em 2026 e que, apesar da declaração de Nunes, afirmou que vai “ganhar qualquer eleição sem subir em palanque nenhum”.
“Quando eu for presidente, eu acho que eu vou conseguir ser o presidente mais novo da história por poucos meses, em relação àquele que tomou o impeachment (Fernando Collor). Mas eu duvido que eles tenham humildade pra reconhecer a merda que eles fizeram”, disse o candidato derrotado à Prefeitura de São Paulo.




