O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhou nesta terça-feira (26) à Procuradoria-Geral da República (PGR) a apuração sobre a alegada tentativa de golpe de Estado no Brasil com o objetivo de impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A medida segue a prática habitual. No âmbito do Supremo, é responsabilidade da PGR analisar as investigações criminais. Na mesma decisão, o ministro também ordena a retirada do sigilo da apuração.
A Polícia Federal (PF) indiciou, neste caso, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e mais 36 pessoas.
Na sua decisão, Moraes, contudo, optou por manter o sigilo em relação à delação premiada do coronel Mauro Barbosa Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.
Após a análise, será responsabilidade do procurador-geral Paulo Gonet decidir se apresenta denúncia contra o ex-presidente e os outros investigados pelos crimes indicados pela Polícia Federal. Ele também poderá pedir o arquivamento das investigações ou requisitar novas diligências aos responsáveis pela apuração.




