Gonet afirmou que os militares do grupo sabiam que a narrativa de fraude nas urnas eletrônicas não era verdadeira, mas prosseguiram com a difusão de informações falsas para angariar apoio popular à ruptura democrática
Os réus são acusados pela Procuradoria-Geral da República de participar de ações coercitivas, como monitoramento de autoridades e planejamento de ataques