Um representante da cantora Lady Gaga disse ao Hollywood Reporter que a cantora só ficou sabendo da ameaça de atentado a bomba, planejada para o show na praia de Copacabana, ao ver as notícias na manhã deste domingo (4). Segundo o membro da equipe da artista, “não havia nenhuma preocupação conhecida” antes e durante o show.
“Soubemos desta alegada ameaça através de reportagens da mídia nesta manhã. Antes e durante o show, não havia nenhuma preocupação conhecida com a segurança, nem qualquer comunicação da polícia ou das autoridades a Lady Gaga sobre quaisquer riscos potenciais”, diz o comunicado.
“A equipe [da cantora] trabalhou em estreita colaboração com as autoridades durante todo o planejamento e a execução do show, e todos os envolvidos estavam confiantes nas medidas de segurança implementadas”, completa.
O mega show de Lady Gaga reuniu cerca de 2,1 milhões de pessoas na orla carioca, segundo a Riotur. O número superou o público da apresentação de Madonna no ano passado, que contou com 1,6 milhão de fãs.
Segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro, a operação “Fake Monster” evitou “ataques terroristas” e salvou “centenas de vidas”. Um homem foi preso no Rio Grande do Sul por porte ilegal de arma e um adolescente no Rio por armazenas imagens de exploração sexual infantil.
“Sem criar qualquer tipo de pânico, qualquer tipo de alarde, prendemos os 2 principais líderes dessa organização criminosa, esses terroristas”, afirmou o secretário da Polícia Civil, o delegado Felipe Curi.
A operação desarticulou um grupo que disseminava discurso de ódio e tinha como alvo preferencial o público LGBTQIA+, além de cumpir um mandado de busca de busca e apreensão contra um suspeito de terrorismo que acusava Lady Gaga de promover rituais satanistas e prometia se vingar. O suspeito foi interceptado em Macaé, no Norte do estado fluminense.




