A polícia da Espanha informou nesta terça-feira (8) que o carro do jogador de futebol Diogo Jota, atacante do Liverpool e da seleção de Portugal, e seu irmão, André Silva, provavelmente estava em alta velocidade no momento do acidente, que acabou matando os atletas.
Segundo a Guarda Civil do país: “Tudo indica uma possível velocidade excessiva, acima do limite permitido na via”. A conclusão foi tomada após análise das marcas de pneus deixadas na pista.
Embora a investigação ainda esteja em andamento, a polícia espanhola suspeita que a principal causa do acidente tenha sido uma combinação de excesso de velocidade e um possível mau estado de conservação da estrada.
Na madrugada da última quinta-feira (3), Diogo Jota e seu irmão trafegavam em uma rodovia federal em Zamora, na Espanha, quando o pneu de sua Lamborghini estourou no momento de uma ultrapassagem, o que acabou tirando o carro da pista. Em seguida, o automóvel pegou fogo e os dois morreram queimados.
“Um veículo saiu da pista pela calçada pela esquerda. A investigação aponta para um acidente de trânsito devido ao estouro de um pneu durante uma ultrapassagem. Como consequência do acidente, o carro se incendiou, e ambos os ocupantes morreram”, relatou a Guarda Civil.
As chamas começaram a se espalhar pela vegetação local, no entanto, foram controladas pelos bombeiros que seguiam para o resgate das vítimas, de acordo com o governo de Zamora.
Diogo, de 28 anos e André, de 26, partiram de Portugal com destino ao Reino Unido, por uma recomendação médica após o jogador do Liverpool ter feito uma cirurgia pulmonar dias antes do acidente. Jota havia se casado 11 dias antes do ocorrido, deixando para trás a esposa e três filhos.
O funeral ocorreu neste último fim de semana e contou com a presença de autoridades de seu país natal, e colegas jogadores.




