O presidente dos EUA, Donald Trump, está considerando conceder perdão presidencial a Sean “Diddy” Combs, rapper e empresário preso por envolvimento em um esquema de tráfico sexual nos Estados Unidos.
A informação foi publicada pela revista americana Deadline, que afirma que o assunto, antes tratado apenas como especulação, tem ganhado corpo dentro da Casa Branca graças à articulação de amigos e colegas famosos do magnata da música.
Diddy, que enfrenta acusações de liderar por mais de uma década uma rede de exploração sexual alimentada por ameaças, drogas e violência, permanece detido no Metropolitan Detention Center, no Brooklyn, em Nova York.
Em julho, ele foi absolvido de três das cinco acusações que enfrentava, mas acabou sendo considerado parcialmente culpado pelo transporte de pessoas para fins de prostituição.
Uma nova audiência está marcada para 3 de outubro de 2025 e será definida pelo juiz Arun Subramanian, com expectativa de pena entre dois e três anos de prisão federal, com abatimento do tempo já cumprido.
Desde sua prisão, o rapper viu diversos pedidos de liberdade sob fiança serem negados, incluindo um de US$ 50 milhões.
Mesmo com a defesa buscando estratégias para diminuir ou reverter a pena, figuras próximas a Diddy têm concentrado esforços em outra frente: pressionar Trump a conceder um perdão presidencial, medida que poderia anular a sentença e encerrar o processo judicial.
Segundo o Deadline, embora os principais advogados do artista tenham se recusado a comentar o caso, fontes revelam que eles não estão diretamente envolvidos nas conversas com a Casa Branca. Em resposta à imprensa, o governo americano disse que “não comentará sobre a existência ou inexistência de pedidos de clemência”.




