O assassinato do influenciador e ativista de direita norte americano Charlie Kirk, nesta quarta-feira (10), segue sem a identificação do autor do crime. O caso ocorreu dentro da Universidade Utah Valley, enquanto Kirk participava de um evento realizado pelo movimento Turning Point USA.
Enquanto realizava um discurso, o ativista foi atingido com um tiro no pescoço, o que desencadeou uma correria entre os presentes. A polícia agiu rapidamente na busca de prender o culpado pelo disparo, detendo dois homens após o assassinato, George Zinn e Zachariah Qureshi.
George Zinn, o primeiro suspeito, foi preso por suposta obstrução enquanto Zachariah Qureshi foi interrogado pela polícia e solto posteriormente. Segundo as autoridades, nenhum deles tem ligação com o disparo fatal que vitimou Kirk. A principal suspeita é de que o atirador estava posicionado em um telhado próximo quando efetuou o tiro.
A polícia também afirmou que segue na caçada pelo assassino e que o crime pode ser elucidado através das câmeras de circuito fechado, revelando os passos do suspeito e a possível identidade. O governador de Utah, Spencer Cox, prometeu que irá dar “uma resposta até o limite máximo da lei” para prender o culpado.
Para Cox, o crime teve motivação política, afirmação seguida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em um vídeo publicado na sua rede social, Thuth, o mandatário disse que o crime foi motivado pela esquerda radical no país.
“Durante anos, os da esquerda radical têm comparado americanos maravilhosos como Charlie com nazistas e os piores assassinos em massa e criminosos do mundo. Esse tipo de retórica é diretamente responsável pelo terrorismo que estamos vendo em nosso país hoje, e deve parar agora”, afirmou Trump no vídeo.
Trump também prometeu prender todos os envolvidos no caso, até mesmo quem tiver financiado o autor do crime. Como medida de respeito a Charlie Kirk, o presidente decretou o hasteamento das bandeiras americanas a meio mastro até o próximo domingo (14).




