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Trump discursa no parlamento israelense e diz que se encerra uma era ‘de sangue e morte’

Ao lado de Benjamin Netanyahu, o presidente norte-americano recebeu aplausos da maioria dos políticos presentes e destacou diversos temas em seu discurso
Por Pedro Breno Araujo
Atualizado há 8 meses
Tempo de leitura: 2 mins
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Em sua fala, Trump destacou a parceria entre os Estados Unidos e Israel. Foto: Reuters/Folhapress

O presidente norte-americano Donald Trump discursou no parlamento israelense após participar da assinatura do Acordo de Paz que marcou o fim do conflito entre Israel e a Palestina, na manhã desta segunda-feira (13). Ele chegou ao local acompanhado do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu.

Em sua fala, Trump destacou a parceria entre os Estados Unidos e Israel e falou sobre fazer história juntos, ao libertar os reféns vivos que estavam na Palestina e encerrar o conflito. 

“Este é um dia histórico para o Oriente Médio e um triunfo incrível para Israel e para o mundo. (…) Contra todas as probabilidades, fizemos o impossível e trouxemos nossos reféns de volta para casa”, disse Trump, que complementou afirmando que se encerra uma era ‘de sangue e morte’. 

“Este é um dia histórico, o fim de uma era de mortes e terror, e um novo amanhecer para o Oriente Médio”, afirmou. Os últimos 20 reféns que estavam sob domínio do Hamas, foram devolvidos a Israel algumas horas antes da chegada de Donald Trump.

No restante de seu discurso, Trump pontuou sobre diversos temas, pedindo que o diálogo seja a pauta dos países do Oriente Médio após o fim do conflito, fez acenos para o Irã e afirmou que o pós-conflito para a Faixa de Gaza será de reconstrução com o apoio de países parceiros como a Arabia Saudita.

Aplausos e vaias no parlamento 

Desde a chegada no parlamento, Trump e Netanyahu foram ovacionados pelos presentes, que aplaudiram ambos e celebraram o acordo assinado. Porém, durante o discurso do presidente americano, surgiram vaias e palavras de ordem de alguns políticos da oposição, que criticaram a participação dos Estados Unidos na negociação de paz

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