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Meta processa quem faz deepfake de Drauzio Varella e outras celebridades

Pessoas usavam imagens de pessoas famosas e aplicavam inteligência artificial para fazê-las anunciarem produtos ilegais de saúde
Por Sandra Costa
Atualizado há 2 semanas
Tempo de leitura: 2 mins
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Dentre as iscas usadas pelos réus que usavam deepfakes para aplicar golpes está o médico Drauzio Varella. Foto: Reprodução/Instagram Drauzio Varella

A Meta está processando pessoas que fazem deepfakes de celebridades brasileiras para vender produtos fraudulentos ou sem aprovação regulatória. Dentre as iscas usadas pelos réus estão o médico Drauzio Varella e a influenciadora Maira Cardi.

Gigante das redes sociais está processando anunciantes fraudulentos. Segundo a Meta, essas pessoas usam imagens de pessoas famosas e aplicam inteligência artificial para fazê-las anunciarem produtos ilegais de saúde.

Ao todo, a empresa diz que ações judiciais são contra duas duplas:

– Uma usava imagens e vozes de celebridades para promover produtos fraudulentos de saúde;

– Outra fazia deepfakes de um médico famoso para anunciar produtos de saúde sem aprovação regulatória e que vendiam custos ensinando as mesmas táticas.

Empresa não detalhou as celebridades usadas nos golpes. No entanto, a reportagem apurou que o médico famoso cujas imagens eram usadas nos golpes é Drauzio Varella. 

Sobre as celebridades usadas para promover produtos fraudulentos de saúde, as iscas eram Luiz Bacci, Lair Ribeiro, Maiara (da dupla com a Maraisa) e Maira Cardi.

Um dos réus apontados pela Meta é Daniel de Brites por fazer deepfakes do médico Drauzio Varella. Ele foi alvo de reportagem do UOL Confere, na qual ele lecionava um curso que custava R$ 1.000 para fazer propagandas falsas usando a imagem de famosos, como a do médico Drauzio Varella. Ação também cita José Victor de Brites.

Após reportagem do UOL, Justiça mandou Daniel remover vídeos. Ele mantinha uma plataforma chamada Britesflix na qual ensinava pessoas a manipularem voz e imagem de famosos para vender produtos. Na época, a defesa de Daniel negou que ele criava deepfakes e que ele ensinava técnicas lícitas de marketing digital como a criação de personagens, conhecida como “seller personas”.

Procurado pela reportagem, Daniel de Brites ainda não respondeu a um pedido de comentário sobre a ação da Meta. O espaço segue aberto, caso queira se pronunciar.

Por Guilherme Tagiaroli, da Folhapress

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