PUBLIEDITORIAL | Com atividades que vão do esporte à arte, o Napaz aposta na cultura de paz como caminho para prevenir a violência, reduzir vulnerabilidades e fortalecer vínculos comunitários. Oficinas de karatê, dança, graffiti, teatro, capoeira e danças urbanas fazem parte da rotina dos participantes, estimulando criatividade, disciplina e autoestima.
O Napaz também estimula o protagonismo juvenil, criando espaços onde os jovens podem se expressar, desenvolver habilidades e construir novos projetos de vida.
Para o educador social Mariano Penha, que atua com oficinas de graffiti, o impacto vai além da técnica. “Eu recebo vários relatos de mães, de pais, que percebem a evolução dos seus filhos, não somente em relação ao segmento artístico, percebem que o filho tem uma certa aptidão e essa aptidão está sendo desenvolvida através das atividades, mas muito além disso. Às vezes relatos de pais, de mães, de filhos neurodivergentes, que conseguem entender que os filhos vão além daquelas limitações, que eles acham que os filhos têm”, destaca. Ele também reforça que as atividades ajudam os jovens a transformarem sentimentos em arte e expressão.




